Exposição " Refugiados - Razões de humanidade não destinguem raças nem nacionalidade" no claustro do Palácio das Necessidades

 

“O que evoca hoje a palavra refugiados não é o mesmo do que evocava nos anos vinte e trinta, em que – salvo exceções insignificantes – queria dizer apátridas, pessoas que não tinham, nem nada augurava que viessem a ter, um Estado para onde, num futuro mais ou menos remoto, quisessem ou pudessem retornar.”

In Manuela Franco, Exposição Vidas Poupadas: A Ação de três diplomatas portugueses na II Guerra Mundial. Separata de Minorias étnicas e religiosas em Portugal, História e atualidade. Atas do curso de inverno 2002.p. 535.