Biografia política de um Ministro dos Negócios Estrangeiros da Ditadura Militar de 1926.

 


PT TT EPJS SF 001 001 0008 0323C derivada

Ao ecoar no Palácio das Necessidades, a 12 de Julho de 1926, a chegada do novo ministro, convidado pelo General Óscar Carmona (1869-1951) para ocupar a Pasta dos Negócios Estrangeiros, o alvoroço precipitava-se em torno de António Maria de Bettencourt Rodrigues. O novel governante não levava nenhum plano político traçado, resignando-se a atravessar o átrio ministerial, esperançoso de compreender a breve trecho quais as reformas a empreender no Ministério. Albergava dubiedade sobre quanto lhe era instado, com tremenda urgência, em assuntos alheios ao mandatário. Mais, acerca do qual tudo desconhecia, a não ser o nome e aquilo o que se dizia «sem discrepância de opiniões, a oficiais e paisanos», desterrado que estava na Rua das Chagas, onde decidira sepultar-se de regresso à capital após a experiência parisiense, resultado de afazeres da República; e quando Ministro dos Negócios Estrangeiros.

Para ler o estudo, clicar aqui.


Por Soraia Milene Carvalho
Doutoranda em História, Especialidade em História Contemporânea na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Mestre em História, Especialidade em História Moderna e Contemporânea pela FLUL, com a Dissertação “A Sociedade das Nações: Europa, Portugal e Agricultura”, em 2019. Investigadora do Centro de História da Universidade de Lisboa (CH-UL).

 

 

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